01/10/2011
Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de alguns amigos. O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sairem de casa.
Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda. Ele diz que tem certeza que é à direita. Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira a direita e percebe que estava errado. Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde. Mas ele ainda quer saber:
“-Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais”.
E ela diz:
“-Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos a beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite”.
Esta pequena história foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independente de tê-la ou não.
Eu pergunto a você, meu amigo, minha amiga:
“-Você quer ser feliz ou ter razão?”
Pense nisso e seja feliz!

Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de alguns amigos. O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sairem de casa.
Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda. Ele diz que tem certeza que é à direita. Discutem.
Ele vira a direita e percebe que estava errado. Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde. Mas ele ainda quer saber:
“-Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais”.
E ela diz:
“-Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos a beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite”.
Esta pequena história foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independente de tê-la ou não.
Eu pergunto a você, meu amigo, minha amiga:
“-Você quer ser feliz ou ter razão?”
Pense nisso e seja feliz!




